Dia: junho 5, 2015

I N A C R E D I T Á V E L —Foi terrível: No Itaú do TO, após aborto, funcionária teve que guardar o feto em um saco plástico e voltar ao batente

Foi terrível: No Itaú do TO, após aborto, funcionária teve que guardar o feto em um saco plástico e voltar ao batente.

BANCO ITAÚ     Será ???

Caso envolveu funcionária do Banco Itaú no Tocantins

Publicado por Fátima Burégio1 dia atrás


Ministério Público do Trabalho em Palmas (TO) pede na Justiça Trabalhista a condenação do Banco Itaú S. A. Por prática de assédio moral. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Tocantins (SINTEC-TO), uma empregada do Banco passou mal e teve um aborto espontâneo. Mesmo ensanguentada, não pôde sair da agência até fechar a tesouraria, três horas depois do aborto, guardando nesse período, o feto em saco plástico. No outro dia, após ir ao médico, voltou à agência para transferir a tesouraria para outro funcionário, e teve seu direito legal de 30 dias de afastamento reduzido para apenas quatro.

A investigação promovida pelo MPT-TO foi conduzida pela procuradora Mayla Mey Friedriszik Octaviano Alberti, buscou a manifestação do Banco para defesa que não respondeu as notificações enviadas. A procuradora disse que “os depoimentos colhidos são uníssonos e demonstram que a ré sobrecarrega seus funcionários com acúmulo de funções e carga excessiva de trabalho, muitas vezes não computando a integralidade das horas suplementares laboradas, contribuindo para um flagrante prejuízo à saúde física e mental dos obreiros.”

A procuradora Mayla Alberti sustenta que “a busca incessante por metas intangíveis, acrescida de ameaças explícitas e veladas de retaliação ou mesmo demissão no caso de ‘rendimento insuficiente’ do empregado e somadas aos casos de efetivo adoecimento em razão da conduta vil da demandada configura a insidiosa prática de assédio moral organizacional, cuja ocorrência, infelizmente, já causou dano moral coletivo.” Ela reforça que os bancários são punidos até mesmo por ficarem doentes, e que “essa desastrosa gestão laboral” já ocasionou a perda da vida (nascituro), além de ameaçar outras que estão geradas em condições adversas decorrentes de pressão e estresse laboral.

A Ação Civil Pública foi ajuizada na 1ª Vara do Trabalho de Palmas.

Por Jornal do Comércio

http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/mundo/brasil/noticia/2015/06/03/banco-itaueprocessado-por-as…

Fátima Burégio

Fátima Burégio

Prof particular, Bacharelando em Direito – Formação em 2015.1

Professora particular, Bacharelando em Direito – Formação 2015.1


10 Comentários

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Marcelo Pinto da Rocha

5 votos

Eu leio estas notícias e fico pasmo. Esses dias li aqui no justiça Brasil que uma empresa foi condenada porque um funcionário fazia 22 horas de jornada ininterrupta… MENTIRA, primeiramente que a empresa tem fábricas em muitos e muitos países, inclusive na China, e mesmo lá, não faz… Segundo que uma pessoa não suporta uma jornada de 22 horas ininterrupta, ela cai de cansaço… Você vê que é SAFADEZA DE ALGUÉM, ARMAÇÃO PARA ARRANCAR DINHEIRO DA EMPRESA.

Nesse caso, é curioso… SEI QUE OS BANQUEIROS E O ITAÚ NÃO SÃO SANTO… Mas tenho plena certeza que, por mais gananciosos que sejam, a direção do Itaú JAMAIS AUTORIZARIA UMA SITUAÇÃO DESSAS.

Então a culpa é da(o) gerente?

Gerentes de banco normalmente são pessoas esclarecidas, DUVIDO que alguém em cargo de direção ordenasse tal ato, dissesse:

“_Vai ali no banheiro minha filha, faz um abortinho, pega esse saquinho e põe o nenê dentro. Não tenho ninguém pra te substituir, vai ter que ficar sangrando até as 6 da tarde, depois pode ir embora”….

Na iniciativa privada, não só para os bancários, mas para todas as categorias, sobrecarregar os funcionários com acúmulo de funções e carga excessiva de trabalho é rotina em todas as empresas, da portinha a multinacional. NÃO HÁ EMPRESA JUSTA NESSA TERRA. Um dos motivos é a mega tributação necessária para manter a máquina governamental, para trabalhar e ainda sobrar um lucro, TEM QUE TRABALHAR VALENDO.

Se a moça estava sangrando porque não chamou uma ambulância, é 192 NO PAÍS INTEIRO? Porque não chamou a polícia? Fica sangrando até o fim do expediente quem quer, tenha dó… HISTÓRIA MAL CONTADA ESSA…

1 hora atrás Responder Reportar

1 voto

Concordo contigo. Gostaria de saber o nº deste processo.

2 votos

Deveria haver uma forma de indiciar o Gerente desta funcionária e não só o Banco ,pois é uma atitude desumana

2 votos

Meio que inacreditável esta ação ocorrida, atitude repugnante! triste saber que existe estabelecimento que faz isto.

2 votos

É a típica situação que nos dá asco só de imaginar. Totalmente absurda!

Lastimável que uma empresa permita que seus funcionários sejam tratados assim, principalmente por ser um banco (já que são as empresas com os maiores patamares de lucro na economia).
Infelizmente é necessário acontecer coisas desse tipo para que o povo “acorde” e exija, no mínimo, respeito ao ser humano.

ps.: Por essas e por outras que acredito, lá no âmago do meu ser, que a escravidão ainda não acabou, apenas encontra-se oculta.

1 voto

É por conta dessas e outras que a Justiça Trabalhista é um ESTORVO à economia, porque abarca as histórias mais estapafúrdias como esta contada acima.

Primeiro, trabalhador não deve ser tratado como criança, como alguém indefeso, como um coitado que é manipulado pelo empregador, que não tem vontade própria, que não sabe o que é melhor para si. Qualquer pessoa plenamente capaz deve ser tratada com a dignidade de alguém que é COMPETENTE para fazer as próprias escolhas, exceto quando comprovadamente for COAGIDA (emprego de força ou violência, por exemplo).

A melhor PROTEÇÃO ao trabalhador não é a Justiça do Trabalho, nem são leis trabalhistas protecionistas. A melhor proteção é o LIVRE MERCADO, é a LIVRE INICIATIVA, é a possibilidade de se trocar de emprego assim como um consumidor pode escolher entre comer no Mc Donalds, Bobs, Giraffas, Burger King, Subway e cia.

O trabalhador está sendo humilhado ou destratado numa empresa, peça as contas, envie currículo para outra empresa e comece a trabalhar. Se não fosse tão burocrático demitir e contratar pessoas, abrir e fechar empreendimentos, o emprego seria melhor para todos.

Rafael Amaro Rocha

1 voto

Não existe livre mercado ate o porque economia na sua definição formalista é gestão da escassez, como pode ser livre a concorrência em mercado escasso? Não é! Se não por governo, por carteis monopolização ou oligarquiasação o mercado é suprimido de liberdade… Livre mercado é coisa do plano das idéias não do mundo real… Se a sociedade não prezar pro suprimir mazenas uma vês ou outra a historia se barbariza. É da condição humana ser oportunista seja ele rico ou pobre…

Entenda a Lei complementar 150/2015 que regulamenta a PEC dos domésticos

Entenda a Lei complementar 150/2015 que regulamenta a PEC dos domésticos.

DOMÉSTICA

Confira a análise do professor Renato Saraiva sobre os principais detalhes da lei sancionada essa semana

Publicado por CERS Cursos Online1 dia atrás

Sancionada pela presidente Dilma Rousseff na última segunda-feira (01), a Lei Complementar 150/2015 alterou a legislação trabalhista e, devido os impactos das alterações, discussões sobre a matéria são essenciais não só para os operadores do Direito, como também para toda a sociedade. O procurador do Trabalho e professor Renato Saraiva comentou e analisou os detalhes da nova lei:

De acordo com a Lei Complementar 150/2015, quais são os critérios que definem o vínculo de trabalho do empregado doméstico?

Renato Saraiva – “A definição em relação a quantos dias se caracterizam ou não vínculo de emprego ficou clara na Lei Complementar 150/2015. Agora, para ser enquadrado como empregado doméstico, e não diarista, tem que trabalhar na residência por mais de dois dias na semana. Essa é uma novidade positiva, uma vez que acaba com discussões doutrinárias entre os tribunais”.

O que a nova lei postula sobre os menores de 18 anos exercendo atividades de empregado doméstico?

Renato Saraiva – “Já estava na Convenção e, agora, também compõe o texto da Lei Complementar 150/2015 que é vedada a contratação de empregado doméstico com idade inferior a 18 anos. A legislação proíbe.”

Como a Lei Complementar 150/2015 trata o trabalho do empregado doméstico nos domingos e feriados?

Renato Saraiva – “A nova lei deixa claro que o empregado doméstico não pode trabalhar nos feriados, estabelecendo também que o repouso semanal remunerado dos empregados domésticos deve ser aos domingos. Atenção: babá também se configura como empregado doméstico, e, por isso, deve usufruir do repouso semanal além de também não poder trabalhar nos feriados. Se, excepcionalmente, o empregado doméstico trabalhou nos domingos ou feriados, o trabalho deverá ser compensado. Caso não haja compensação, a remuneração do domingo e/ou feriado deverá ser paga em dobro, sem prejuízo da remuneração da remuneração do repouso semanal.”

Para a análise ponto a ponto da Lei Complementar 150/2015, assista:

https://www.youtube.com/watch?v=IH7Y8H3EYSk

O tema será abordado no painel “A nova realidade do emprego doméstico no Brasil”, que acontece no segundo dia do 3º Congresso Jurídico Online – Direito do Trabalho e Previdenciário.

A dificuldade de controle da jornada do empregado doméstico, a nova legislação e seus impactos na sociedade, e o Direito do Trabalho Doméstico serão assuntos abordados. Participam do painel de debates a presidente da Fenatrad, Creuza Maria Oliveira, o procurador do trabalho Renato Saraiva e o advogado trabalhista Rafael Tonassi.

O 3º Congresso Jurídico Online acontece entre os dias 18 e 20 de junho, com transmissão online pela internet. As inscrições são gratuitas e pode ser realizadas no site do evento.

FONTE: JUS BRASIL