Dia: dezembro 5, 2014

Efeméride Dia da Justiça modifica expediente dos tribunais

Efeméride

Dia da Justiça modifica expediente dos tribunais

Feriado é previsto no artigo 62, inciso IV, da lei 5.010/66.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

 
 
Na próxima segunda-feira, dia 8, é celebrado o Dia da Justiça. Previsto no artigo 62, inciso IV, da lei 5.010/66, com redação dada pela lei 6.741/79, o feriado é estabelecido nos Tribunais Superiores e Federais. Alguns TJs, entretanto, também suspendem seus expedientes em razão 
da efeméride.

Alterações sempre podem ocorrer, portanto, é prudente consultar o próprio Tribunal e obter cópias das respectivas portarias.
Confira como fica o expediente de cada Corte.

  • Tribunais Superiores

Tribunal
Expediente
Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Não previsto

Feriado em 8/12


Fonte: Migalhas

  • Tribunais Regionais Federais

Tribunal
Expediente

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Fonte: Migalhas

  • Tribunais Regionais do Trabalho

Tribunal
Expediente

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12
Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12
Feriado em 8/12

Feriado em 8/12
Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12


Fonte: Migalhas

  • Tribunais de Justiça

Tribunal
Expediente
Ponto Facultativo
Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Normal

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Feriado em 8/12

Fonte: Migalhas

Danos coletivos: condenação da TIM é mantida no STJ

Danos coletivos: condenação da TIM é mantida no STJ.

TIM é condenada em R$ 400 mil por venda casada de chip e aparelho fixo

Fonte: Migalhas.
A TIM foi condenada a pagar R$ 400 mil a título de dano moral coletivo por venda casada de chip e aparelho fixo. A empresa também deve deixar de promover a venda casada de serviços e produtos, fixando preços distintos e razoáveis para ambos. A condenação foi mantida pela 2ª turma do STJ.
Com base em diversas reclamações de consumidores do Estado de MG, segundo os quais só poderiam adquirir chips “Tim Fixo Pré” ou “Tim Fixo Pós” se também comprassem aparelhos da empresa, o MP mineiro ajuizou a ação contra a empresa.
A empresa foi condenada em 1º e 2º grau e recorreu ao STJ, negando a prática de venda casada. Também alegou que teve seu direito de defesa violado, pois a única prova que produziu teria sido desconsiderada. Sustentou que a condenação resultaria em enriquecimento ilícito do fundo que receberá a multa.
Com relação às provas, o relator, ministro Mauro Campbell Marques, considerou que o juízo de 1ª instância garantiu às partes, em igualdade de condições, a comprovação de suas alegações. Ocorre que a TIM não apresentou impugnação das provas apresentadas pelo MP, enquanto o órgão apresentou ofício da ALMG com diversas reclamações dos consumidores e laudo de constatação/comprovação, da lavra dos agentes fiscais do MP/MG, demonstrando a prática abusiva em todas as lojas por eles visitadas.
“Portanto, não tendo o autor sido capaz de trazer aos autos provas concretas de sua escorreita conduta comercial, deve suportar as consequências desfavoráveis da sua inércia.”
Dano moral coletivo
Quanto ao dano moral coletivo, o ministro ressaltou que está sedimentado na jurisprudência do STJ e na doutrina jurídica que é cabível a reparação coletiva do dano moral.
“Isso se dá pelo fato desse (dano) representar a lesão na esfera moral de uma comunidade, a violação de direito transindividual de ordem coletiva, valores de uma sociedade atingidos do ponto de vista jurídico.”
Sobre a possibilidade de enriquecimento ilícito do fundo que receberá a multa por dano moral, ante a alegada ausência de comprovação de dano aos consumidores, Campbell afirmou que o dano ocorrido no caso decorre da própria conduta abusiva, sendo dispensável prova objetiva de prejuízo individual sofrido.
Processo relacionado: REsp 1397870

Advogado e consultor em São Paulo. Doutor em Direito Civil pela USP. Mestre em Direito Civil Comparado pela PUCSP. Professor do programa de mestrado e doutorado da FADISP. Professor dos cursos de graduação e pós-graduação da EPD, sendo coordenador dos últimos. Professor da Rede LFG. Autor da Editora…
FONTE: JUS BRASIL